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Doce menina,

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Doce menina aprisionada num coração cheio de sonhos e medos. Será você um anjo cujo propósito é me transporta para mundos onde só existe dentro da imaginação. Ou será você um fantasma que me assombra, me atormenta, que não me deixa viver minha vida se não estiver ligada a sua. 
Doce menina falar de você é como falar das flores, da poesia, do sonho, é como falar de amor. Você veio como quem não quer nada, simples, pequena e frágil. Chegou e entrou, sem pedir licença, e nunca mais saiu. E agora você está tão firme, forte e tão grande que ocupou todos os espaços do meu ser, de uma forma tão intensa que eu não sei mais viver sem você. Por mais que eu tente me livrar, sempre acaba voltando como o filho que retorna ao lar. 
Como vou falar de você para as outras pessoas se mal consigo admitir a mim mesma  que você existe. Que você é o alimento da minha alma, você que dá vida aos meus sonhos, você é minha coragem, minha razão de acreditar, você é tudo que eu sou.
Doce menina que me prende, me sufoca, me domina. Até quando vamos viver assim? Você não existe sem mim e eu não sei mais viver sem você.
Doce menina quem é você que tem nome, sobrenome e toda uma história, toda uma vida própria...dentro de mim.
Doce menina, obrigada, eu amo você.



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